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SEGURANÇA
Com o constante aumento da violência, especialmente nos grandes centros urbanos, o problema de segurança (ou insegurança) é o assunto do dia, todos os dias. Afinal, sentir-se seguro, desde sempre, nunca foi só uma questão de conforto e bem estar, mas também de preservação da integridade física e patrimonial. Segurança, é cada vez mais, um gênero de primeira necessidade.
Nos últimos anos, o segmento de produtos e serviços para segurança patrimonial tem se especializado na mesma velocidade das necessidades. Enquanto o crime se espalha, o setor investe pesadamente em tecnologia de última geração. De monitoramento via satélite para carros a câmeras de alta definição e longo alcance com gravação remota, são oferecidas as mais variadas opções.
E, além dos modernos equipamentos, há empresas que também oferecem soluções completas, como venda, instalação, manutenção e pessoal para vigilância. Com isso, proteger os bens materiais e as pessoas, dentro e fora de casa, felizmente, está cada vez mais acessível.
Mas toda esta tecnologia fica comprometida se não adiciornarmos procedimentos operacionais integrados, com Central de Monitoramento e Apoio Tático.
A Segurança deve ser aplicada por empresas e profissionais especializados e cadastrados nos órgãos competentes para que possa realmente oferecer aos usuários, dentro da legislação, serviços de qualidade. Cuidado com Empresas e profissionais desabilitados. Veja no site da SESVESP a legislação.
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LEGISLAÇÃO
A Segurança Eletrônica, serviço de tecnologia que deve ser praticado por Engenheiro Eletrônico, é protegida pela Lei Federal nº 6.496, de 07 de dezembro de 1977, assinada pelo então presidente da República Ernesto Giesel, que obriga que para toda obra ou serviço de engenharia seja efetuada a Anotação de Responsabilidade Técnica, por Engenheiro devidamente habilitado.
Uma gravação efetuada por um sistema de cftv (Circuito Fechado de Televisão) instalado de forma irregular, não deve ser aceita por um juiz, no caso de prova criminal. Isto porque o juiz pode alegar adulteração e estabelecer que um perito criminal investigue o caso. O perito, que é um Engenheiro Eletrônico, procura pelo Engenheiro Responsável e, na falta deste profissional, envia ao juiz um laudo de irregularidades.
O caso de uma Cerca Elétrica é mais crítico, pois mesmo sendo um acidente não provocado pelo sistema, o juiz determinará pena criminal para o proprietário do estabelecimento e para o dono da empresa instaladora, caso ela exista.
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CONSCIÊNCIA
Hoje, muitos Órgãos Públicos e boas empresas do setor Privado tem seus Sistemas de Segurança implantados e funcionando legalmente, com Engenheiro Responsável e Registrado no Consenho Regional de Engenharia (CREA). Vejam nos projetos de Metrôs e CPTM e diversas Empresas do Setor Privado.
Nos finais dos anos 90 comecei este trabalho de conscientização dos Diretores dessas empresas, aproveitando a oportunidade que o trabalho dentro das principais Empresas de Segurança de São Paulo me proporcionaram.
Presença constante nas Consultas Públicas, exigindo que seja cumprida a legislação que dificilmente consta nos Editais. Na Consulta Pública da PRODAM, para discussão sobre a Licitação para a "CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE MONITORAMENTO POR CIRCUITO FECHADO DE TELEVISÃO (CFTV) E CONTROLE DE ACESSO ", solicitei a inclusão no EDITAL da Obrigatoriedade da Empresa participante ter o Registro no CREA e Engenheiro Responsável Técnico Capacitado. Pedi também , que os Atestados de Capacidade Técnica das empresas sejam Registrados no CREA , através da Certidão de Acervo Técnico (CAT). Consultor serviços de segurança eletrônica, análise de risco, favaretto, luiz favaretto, engenheiro eletrônico gerente de monitoramento, registro no CREA conselho regional de engenharia cftv alarmes
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